A fala sobre 'corpos empilhados' que abala governobrabet iosBoris Johnson:brabet ios

Crédito, Reuters
brabet ios Diferentes acusações contra o primeiro-ministro britânico Boris Johnson fizeram o tempo fechar nesta semanabrabet ios Downing Street, sede do governo,brabet iosLondres. As denúncias vão desde suspeitas sobre pagamento irregularbrabet iosreformas na residência oficial a declarações polêmicas que Johnson teria feito sobre a pandemia.
Segundo fontes, o primeiro-ministro teria dito que preferia ver "corpos empilhados" do que implementar um terceiro lockdown para conter as infecções por covid-19 no Reino Unido.
Ele negou veementemente ter dito isso, classificando os relatos como "lixo total".
As declarações vazadas foram publicadas inicalmente pelo jornal Daily Mail, mas depois confirmadas também pela BBC, por meiobrabet iosmais fontes que estavam presentes na conversa.
A fala teria ocorrido no finalbrabet iosoutubrobrabet ios2020, numa reunião fechada, num momentobrabet iosque o Reino Unido havia acabadobrabet iosanunciar um segundo lockdown. Meses depois,brabet iosjaneiro, o governo britânico iniciou um terceiro períodobrabet iosconfinamento.
Parlamentaresbrabet iosoposição criticaram fortemente Johnson pela suposta declaração. A parlamentar do Partido Trabalhista Rachel Reeves disse que a fala ébrabet ios"revirar o estômago" e exigiu que o primeiro-ministro pedisse desculpas.
Mas o governo britânico reagiu negando que a declaração fosse verdadeira.
Reforma da residência oficial
Mas a denúncia que parece estar agitando mais a oposição foi feita por Dominic Cummings, ex-assessorbrabet iosJohnson. Segundo ele, o primeiro-ministro planejou que doadores ligados ao Partido Conservador "pagassem secretamente" por uma reforma na residência oficial.
Em texto publicado na internet, Cummings classificou a condutabrabet iosJohnson no episódio como "antiética, estúpida, possivelmente ilegal e quase certamente violadora das regras sobre a divulgação adequadabrabet iosdoações para políticos, se as coisas tiverem caminhado da forma que ele (Johnson) havia planejado".

Crédito, Getty Images
Na segunda-feira (26/4), falando a repórteres, o primeiro-ministro afirmou que "qualquer declaração" dabrabet iosparte sobre o caso seria feita no "devido tempo". Já seu porta-voz garantiu que os custosbrabet iosreforma do apartamento "foram pagos pelo primeiro-ministro pessoalmente", e que ele cumpriu todos os códigosbrabet iosconduta e regras eleitorais.
Espera-se que,brabet iosbreve, Downing Street mostre detalhadamente como as obras foram pagas.
Johnson ebrabet iosnoiva, Carrie Symonds, fizeram obras no apartamento, uma das residências oficiais do governo britânico, logo depois que ele se tornou primeiro-ministro,brabet iosjulhobrabet ios2019.
Embora políticos possam receber doações, eles devem declará-las, para que o público tenha acesso a informações sobre quem doou e como isto pode ter influenciado nas decisões.
Falando ao programa da BBC Breakfast, o parlamentar trabalhista (de oposição) Jonathan Ashworth declarou: "Nós realmente precisamos saber quem concedeu o empréstimo, quem deu o dinheiro, porque precisamos saber com quem... o primeiro-ministro estábrabet iosdívida."
Bullying no governo
Outra crise para Johnson vem do Judiciário: a Suprema Corte decidiu se debruçar sobre uma decisão do primeiro-ministro no ano passadobrabet iosmanter no cargo a secretária do Interior, Priti Patel, após ela ser acusadabrabet iosbullying contrabrabet iosequipe.
Na ocasião, Johnson avaliou que Patel não violou códigosbrabet iosconduta dentro do governo.

Crédito, PA Media
Um comunicadobrabet iosDowning Street após a reuniãobrabet iosgabinete da terça-feira (27/4) afirmou que foram discutidos vários tópicos, como o envio obrabet iosapoio à Índia no enfrentamento ao coronavírus e questões envolvendo a Irlanda do Norte.
Mas não houve nenhuma menção às crises enfrentadas por Johnson —brabet iosvez disso,brabet iosnome do governo, a nota fez um alerta sobre a covid-19, afirmando que o Reino Unido "ainda não estava forabrabet iosperigo, pois as variantes continuam a representar uma ameaça".
O texto acrescentou: "O primeiro-ministro disse que embora o caminho à frente pareça promissor, ainda haverá desafios e este governo continuará a tomar decisões difíceis onde for necessário para proteger vidas e meiosbrabet iossubsistência."

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